17 julho 2007

Fulvo, marinho,
submarino.
E de tanto ser rio
o teu cabelo perde-se
no mar aberto, na planície
atlântica que subitamente termina
nas falésias, desfazendo-se em ondas,
ou num areal quente
de tanto esperar pelo sol.

Lisa, recôndita, a tua pele
é um refúgio de aroma breve,
imperfeito,
um espelho de sal que apetece
percorrer com os lábios e a língua,
morder o fruto, saciar
todo o verão no sal da tua pele.

As noites são tantas ainda...

4 comentários:

Susana A. disse...

"E de tanto ser rio o teu cabelo perde-se no mar aberto"

...

Ana disse...

:)

cbs disse...

e "As noites são tantas ainda..."
:)

Filipe Oliveira disse...

Aproveita bem o verão